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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Seminário de Saneamento da Bacia Hidrográfica do Ribeirão Arrudas

O Vereador Ricardinho juntamente com aproximadamente 50 pessoas, dentre elas, a vereadora Terezinha, representantes da Copasa e de instituições e movimentos sociais ligados às áreas de saúde e meio ambiente, mais os moradores das comunidades vizinhas ao Arrudas, Córrego Malheiros, Rio das velhas e do bairro Nações Unidas participaram na manhã desta quinta feira, do 1o. Seminário de Saneamento da Bacia Hidrográfica do Ribeirão Arrudas, com foco no saneamento sanitário do baixo Arrudas, promovido pelo subcomitê da Bacia Hidrográfica do Ribeirão Arrudas, instância de planejamento e gestão do Comitê da Bacia do Rio das Velhas em parceria com o Projeto Manuelzão e UFMG.
O Seminário tem como objetivo dialogar com as comunidades locais que vivem e convivem com a bacia do Rio das Velhas, para mudar culturas sociais em relação ao Rio Arrudas, chamando a atenção para a diversidade da fauna e flora local, para a qualidade da água dos córregos e prevenir sobre as possíveis doenças causadas por bactérias que infectam os locais hostis. Conforme dados da OMS (Organização Mundial de Saúde) apresentada pelos coordenadores, é preciso reforçar o processo em prol da revitalização das Bacias, saneamento e drenagem pluvial são medidas extremamentes necessários, pois, 94% das doenças diarréicas estão ligadas à ingestão de água não potável e saneamento precário. Segundo Samuel Sostanes, palestrante e estudante de medicina na UFMG, “locais sem saneamento são verdadeiros hotéis para o habitat de diversos animais peçonhentos (ratos, baratas, mosquitos, etc.). Um esgoto não tratado além de desvalorizar o imóvel, descaracterizar os espaços de lazer, proporcionar poluição e contaminação atmosférica, também pode provocar diversas doença como: leishmaniose, cólera, dengue, etc.”
Em sua fala RICARDINHO questionou a ausência de um representante por parte do poder executivo municipal. O vereador ainda denunciou sobre a rede precária, sem sustentação que hoje se encontra Sabará, principalmente no bairro de Fátima, na rua Santa Luzia, na qual por causa de um problema da rede pública de água, a rua virou uma verdadeira cratera, enfatizou que há pouca sensibilidade para os problemas e questionou também sobre o convênio com a Copasa, que há muito se expirou.“ É preciso sentar e discutir a questão do convênio, exclusivamente no que se refere ao saneamento”, disse. Representantes da Copasa e da superintendência do esgoto presentes, não se pronunciaram publicamente sobre este assunto.
As soluções apontadas pelos presentes e coordenadores do Seminário foram:
o Projeto de recuperação e preservação ambiental de nascentes da Bacia Hidrográfica do Arrudas;
o Participação construtiva da comunidade e instituições como poder público;
o Educação ambiental;
o Cobrança política e social de cronogramas, atividades e projetos elaborados;
o Apoio de instituições e instâncias públicas: Agência metropolitana, CBH Velhas, Subcomitê de Bacia Hidrográfica, SEDRU.
Assessoria do Mandato

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